quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O Gaiato

«O Gaiato» é uma «Obra de Rapazes para Rapazes, pelos Rapazes», segundo o jornal quinzenário fundado pelo Padre Américo, sendo propriedade da «Obra da Rua ou Obra do Padre Américo».


Nele são registados os aspectos principais da vida quotidiana em cada uma das Casas do Gaiato existentes no País.


Uma leitura que se recomenda e um apoio onde a sua utilidade é mais do que reconhecida, nesta «Obra» que «molda» os nossos jovens abandonados pela dita «Sociedade»

8 comentários:

  1. Meu amigo que alegria, vê-lo por estas bandas, vou encabeçar a sua primeira lista de visitantes com muito gosto.
    Voltarei
    Aquele abraço da amiga certa
    Rosa Dias

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  2. Gostei muito desta minha primeira visita a este Blog que recomendo pela sua intenção de solidariedade com o Alentejo, e não só...
    Este pequeno texto já nos «diz» das intenções do aeu autor.
    Parabéns amigo Avó e continue, fazendo se possível, uma actualização diária.
    Junto com muito gosto a canção «Ai Alentejo Amigo» na nossa grande cantora Luisa Basto, no seu Album que mais aprecio, para todos os Alentejanos.


    Ai Alentejo Amigo


    1. Lavrei campos corri mon…on…tes…
    no Alentejo da minha ideia…
    se tu…u lá fores, não lhe con…tes
    as noites que dormi sem ceia…

    Vem o vento à sea…ra
    ondulando o nosso trigo…
    ba…te-me o Sol na ca…ra
    a…i Alentejo ami…go…

    2. És pousa…da de imigran…te…
    que in…ven…tam nossos trilhos
    mas nun…ca deste o bastan…te…
    aos teus generosos fi…lhos…

    3. Em teu cor…po feito pã…o
    foste sem…pre, o meu janta…ar
    das ve…zes que disse nã…o
    no fado do meu canta…ar

    Vem o vento à sea…ra
    ondulando o nosso trigo…
    ba…te-me o Sol na ca…ra
    a…i Alentejo ami…go…
    ba…te-me o So…ol na ca…ra
    a…i Alente…jo ami…go…o…

    Luisa Basto no seu Álbum «Alentejo»

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  3. Bordadeiras de Arraiolos

    De linho, estopa ou canhamaço
    De colo em colo estendido
    Borda-se, pedaço a pedaço
    Um desenho colorido

    Em baixas cadeiras, pintadas
    Tipicamente alentejana
    Jovens de mãos delicadas
    Bordam semana a semana

    Entre soleiras sentadas
    As raparigas coradas
    Não têm medo ao calor

    Vão cantando ao desafio
    P'ra correr melhor o fio
    Desse bordado a rigor

    Rosa Guerreiro Dias

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  4. Viva a «Rosa de Mesinha» que vem embelezar este Blog com os seus eternamente belos Poemas.

    Ouve lá ó linda «rosa»
    ai tens o nome
    tens o nome de uma flor...

    O Alentejo não tem fim!

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  5. Agradeço muito a paciência do amigo Luis para ver se eu aprendo.

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  6. Amiga Rosa
    Ainda estgou a aprender e amanhã já faço um comentário como deve ser.

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  7. Roma e Pavia, não se fizeram num dia, calma amigo que vai lá, assim como os bordados de Arraiolos ponto a ponto é que formam o desenho , tudo assim é.
    Só os poetas é que já nasceram ensinados, todas as outras artes se aprendem háháháhá.
    Tem um bom professor, por favor não faltes ás aulas e esteja atento, porque meu amigo, o professor já foi aluno, mas o aluno ainda não foi professor, mas poderá vir a se-lo.
    Aquele abraço da amiga certa
    Rosa

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  8. Cara Amiga
    Venho assim agradecer os seus comentários ao meu Blog que, com o apoio do amigo Luis Moisão, consiga dar-lhe continuidade. É essa a minha melhor intenção.
    Um abraço
    Joaquim Avó

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