quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ceifeiros de Cuba na Taberna do Lucas

Coral Alentejano do Orfeão Universitário do Porto

Certificação dos Tapetes de Arraiolos


Autarca de Arraiolos alerta para a necessidade de certificação dos tapetes
Certificar o do tapete de Arraiolos, produto histórico e secular alentejano, é uma necessidade urgente, há pelo menos oito anos. O presidente da Câmara Municipal de Arraiolos, Jerónimo Loios, fala da polémica que parece não ter fim à vista. A certificação é uma necessidade, assim como o registo nacional e internacional. Em causa está a salvaguarda face às falsas indicaçõesde origem.
Ana Clara quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010


Jerónimo Loios, autarca da vila alentejana de Arraiolos afirma em declarações ao Café Portugal que a certificação dos históricos tapetes é «uma necessidade a que as entidades competentes deviam dar seguimento dentro daquilo que foi o espírito que presidiu à aprovação, por unanimidade, na Assembleia da República (AR) da Lei 7/2002 de 31 de Janeiro».

Esta Lei da AR criou o Centro para a Promoção e Valorização do Tapete de Arraiolos, o qual prevê a certificação dentro de parâmetros definidos na sua produção, susceptível de denominação de origem ou indicação geográfica, atendendo aos usos, história e cultura locais, bem como aos interesses da economia local, regional e nacional.

A Câmara Municipal de Arraiolos, salienta o autarca, «tem insistido junto do Governo para dar cumprimento à Lei 7/2002 e instituir o Centro para a Promoção e Valorização do Tapete de Arraiolos». E acrescenta: «a Comissão Instaladora do Centro prevista na Lei 7/2002, em Novembro de 2003 enviou ao Sr. Secretário de Estado do Trabalho a versão final do Projecto de Estatutos. A Câmara Municipal fez, ao longo destes anos, vários pedidos de informação, solicitou mesmo a realização de uma reunião ao Sr. Primeiro-Ministro, mas não obtivemos resposta. É evidente que a não aprovação dos estatutos do Centro para a Promoção e Valorização do Tapete de Arraiolos e a não concretização das medidas previstas na Lei 7/2002 pelo Governo, são a razão do atraso».

Sobre a falsificação dos tapetes, Jerónimo Loios realça que a questão da importação, com várias origens, de Arraiolos, «são um modo de concorrência desleal». «Sempre procuramos defender, conjuntamente com os produtores e com as tapeteiras a criação de mecanismos de protecção e combate à entrada, generalizada no País, de tapetes com nome de Arraiolos e provenientes de outros países, cujo caso mais conhecido é o da China», refere.

Por essa razão, frisa que «seria muito importante proceder ao registo nacional e internacional do Tapete de Arraiolos e salvaguarda-lo de falsas indicações de origem, considerando que se trata duma actividade artesanal das mais conhecidas em todo o mundo, com origem em Arraiolos num período, eventualmente, anterior ao século XV». O edil diz que a Câmara procura com os meios que tem ao seu dispor promover o Tapete de Arraiolos e dar estímulo à produção local, nomeadamente, através de iniciativas como «O Tapete está na Rua» ou a «Feira do Tapete de Arraiolos». Noutro plano, o município continua a desenvolver o projecto do Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, como local de memória viva, onde se valoriza a vertente histórica e cultural ligada ao modo de produção do «Tapete de Arraiolos».

«Estas acções são um contributo determinante para que a tradição se mantenha viva, sendo que o sector produtivo, necessita muito da certificação, porque o Tapete de Arraiolos é importante para a vida económica do concelho, sobretudo na área do turismo, tal como a gastronomia ou património histórico e cultural», sustenta.

Sobre a crise que abala o sector, o autarca lembra que em Novembro de 1997, numa reunião realizada na autarquia de Arraiolos estiveram 22 empresas que enviaram ao Ministério da Economia uma deliberação sobre a defesa e valorização do Tapete de Arraiolos e que em 2009, na iniciativa «O Tapete Está na Rua» participaram apenas onze empresas. «O desaparecimento de 50% de empresas neste período diz tudo quanto ao impacto da crise e da não concretização de medidas para defesa do tapete de Arraiolos», constata.

Com o desaparecimento de empresas e as dificuldades naquelas que tem resistido, a realidade, nua e crua, é que centenas de tapeteiras perderam o emprego. E, conclui, dizendo que «os direitos das tapeteiras só estarão garantidos com uma valorização e certificação do Tapete de Arraiolos». «Não podemos esquecer que foi através de gerações e gerações de tapeteiras que este artesanato genuíno chegou até aos nossos dias», finaliza Jerónimo Loios.

In Café Portugal

Região de Moura Reinvidicam Verbas de Apoio cultural


Alentejo pede reforço de 135 mil euros na cultura
O Alentejo pede um reforço «urgente» dos apoios deste ano do Ministério da Cultura para minimizar a «descriminação» face a outras regiões do país. Três agentes culturais alentejanos reivindicam uma verba de 135 mil euros.
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010


O Teatro Fórum de Moura, a Companhia Lendias d'Encantar (Beja) e a Associação 3 em Pipa (Odemira), entre várias «medidas urgentes», reivindicam um «reforço de 135 mil euros das verbas destinadas à região».

O reforço financeiro pedido ao Ministério da Cultura pelos três agentes culturais alentejanos tem um carácter de «urgente», sendo apresentado como a «única forma coerente» de minimizar a «discriminação» em relação às outras regiões.

No entanto, mesmo com o eventual reforço, frisam, a média da verba para cada projecto apoiado no Alentejo continuará a ser «inferior» às das regiões Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo.

Os três agentes culturais reivindicam também a «alteração imediata dos termos» do concurso para os apoios deste ano, «sem prejuízo da calendarização», que o total de projectos apoiados passe de 29 para 35 e a «alteração do número máximo de projectos a apoiar por área artística».

As reivindicações surgem após a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, ter-se manifestado na semana passada insatisfeita com a «discrepância» existente entre os apoios anuais às artes para o Alentejo e os previstos para outras regiões, garantindo que vai «alterar» a situação, que já tinha sido contestada por agentes culturais alentejanos.

O grupo Teatro Fórum de Moura enviou mesmo uma carta aberta à ministra da Cultura, que já incluía um apelo para o aumento do financiamento destinado ao Alentejo, a região «mais prejudicada» no concurso deste ano, segundo alega.

Gabriela Canavilhas prometeu também que a situação «irá ser resolvida de outra forma», procurando «encontrar outras parcerias, junto dos agentes culturais» da região, que «permitam outras produções e que minimizem esta aparente discriminação» do Alentejo.

Segundo os agentes culturais, «apesar da promessa de alterar a situação, a ministra foi vaga na explicitação de uma solução», que «deve ser imediata e no âmbito do actual concurso».

(in «Café Portugal»)

1º. Congresso de Turismo do Alentejo


1º. CONGRESSO DE TURISMO DO ALENTEJO
Realiza-se a 26 e 27 de Março o 1º. Congresso de Turismo do Alentejo, em Beja, no Pax-Júlia – Teatro Municipal desta cidade, numa altura em que o balanço do turismo na região do Alentejo se salda como o melhor de sempre, superando as expectativas, o que consitui uma afirmação do Alentejo como destino turístico.
Os painéis abordarão as principais linhas de discussão que se impõem nume sessão desta natureza aberta sobre o turismo nacional e regional.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Editorial

Como é do conhecimento da maioria dos Alentejanos residentes em Almada, temos uma associação, a Alma Alentejana, de apoio social. Esta nossa associação costuma publicar uma Revista informativa para os seus sócios, Autarquias e outras personalidades e instituições da Margem Sul e Alentejo. O que se segue, é um exemplo de um Editorial, escrito por mim, à data na condição de Director Editorial dessa mesma revista:

Editorial
A nossa alma continua presente, cada vez mais sensível e interessada em dar o seu contributo a fim de podermos dar mais estabilidade, mais segurança e mais confiança a quem nos procura. Sim acreditamos. Apesar de tudo ….apesar de sermos confrontados constantemente com notícias desagradáveis, continuamos a acreditar na solidariedade que temos que ter uns com os outros, em pensar que temos que conquistar o espírito de família e acima de tudo que só nos afirmaremos se pusermos sempre o colectivo à frente do individual.
A nossa alma cá vai continuando a esforçar-se para responder aos desafios que nos vão sendo lançados e perdoem-nos a imodéstia mas estamos crentes que temos conseguido. Sim, os nossos sonhos continuam vivos. Sim, sabemos que a razão está do nosso lado e se acreditarmos que conseguiremos espalhar mais a nossa área de influência, a nossa utilidade, teremos mais amigos a ajudarem-nos a cumprir aquilo a que nos propusemos. Estamos a cumprir o nosso plano de actividades e através dele a proporcionar às muitas famílias que connosco convivem diariamente, momentos de bem-estar e lazer, para que os menos jovens sintam que nós, órgãos sociais, também fazemos parte da sua família e que apreciamos muito a experiência e saber que nos têm transmitido. Embora, em boa hora tenham dado à nossa associação o nome de “Alma Alentejana”, justificado pela grande comunidade de alentejanos que escolheram esta hospitaleira cidade de Almada, como segunda Terra Natal, temos a porta aberta para toda a gente e um ombro amigo para partilharmos tudo o que de bom a vida nos pode dar.
Como alentejanos que somos, considerando que o Alentejo é um terço de Portugal e, não querendo falar na tão propalada crise, com o espírito solidário que nos acompanha vamos dar algumas sugestões que também, e, através desse nosso Alentejo se pudesse minimizar essa crise. Senão vejamos: se levassem à prática o primeiro projecto para construção da Barragem do Alqueva poder-se-iam ter criado mais 25.000 postos de trabalho; poder-se-ia produzir um terço da energia, a nível nacional, que infelizmente estamos a importar; através dos 125.000 hectares de regadio previstos poderíamos ser auto-suficientes em horticultura e pecuária e reduziríamos em muito os cerca 70% dos alimentos que importamos; com a construção do maior lago artificial da Europa , e consequentemente com a grande afluência e crescimento dos desportos náuticos tudo por arrasto se desenvolveria. Ainda no Alentejo, com a construção da Base Aérea em Beja e o já existente Grande Porto de Sines serão certamente mais dois grandes pólos de desenvolvimento para o País que, aproveitando todas as suas potencialidades criar-se-iam as condições que reflectiriam mais estabilidade, com especial incidência na criação de novos postos de trabalho.
Também no Alentejo como no resto do País, com um clima fantástico que temos com centenas de quilómetros de litoral, que, apesar de país pequeno temos caça e pesca e o céu mais lindo do mundo, porque é que não se criam linhas de crédito bastante bonificado para apoiar o Turismo, embora com fiscalização directa na aplicação desses capitais para não sofrerem desvios para outros fins?
Como atrás refiro só se conseguirá estabilidade se pusermos em primeiro lugar os interesses colectivos à frente dos interesses individuais e nesse sentido cá estamos para ajudar dentro do que nos é possível. Cotem connosco. Ajudem-nos a crescer. Ajudem-nos a criar mais laços de solidariedade, mais cultura, mais sensibilidade, mais compreensão e cooperação.
Despeço-me com um abraço amigo e solidário.
Joaquim Avó

O Alentejano que se queria livrar do seu Gato...


Um Alentejano queria livrar-se dum gato.
Levou-o até uma esquina distante e voltou para a casa.
Quando chegou a casa, o gato já lá estava.
Levou-o novamente, agora para mais longe. No regresso encontrou o gato
novamente em casa. Fez isso mais umas três vezes e o gato voltava
sempre para casa.
Furioso pensou: "Vou lixar este gato!" Pôs-lhe uma venda nos olhos,
amarrou-o dentro de um saco e colocou-o na mala do carro.
Subiu a serra mais distante, entrou e saiu de diversas estradinhas, deu
mil voltas... e acabou por soltar gato no meio do mato.
Passados uns dois dias, o Alentejano liga para casa.
*Tá, Maria? O gato já chegou aí?
*Sim...
*Ainda bem, deixa-me falar com ele porque eu estou perdido...

Como ter um Coração Saudável




Foi na passada quarta-feira, 20 de Janeiro, em Lisboa, no auditório da Fnac do Centro Comercial Colombo que se procedeu à apresentação de “Como ter um Coração Saudável”, livro assinado pelo prestigiado cardiologista eborense Prof.Dr. Manuel Oliveira Carrageta. O lançamento atraiu muita gente, prova do renome que goza na nossa praça o eminente especialista: entre amigos e conhecidos do conceituado, personalidades da vida social portuguesa, jornalistas, e, naturalmente muitos curiosos, a sala rapidamente se revelou pequena e insuficiente para acolher e comodamente a todos.
In Alentejo Popular de 25/01/10
Certamente que, todos nós alentejanos nos orgulhamos deste prestigiado e eminente cardiologista que, mais uma vez e através da edição desta obra «Como ter um Coração Saudável» se continua a interessar pela saúde e naturalmente pelo bem-estar dos portugueses, permitindo assim a quem queira seguir os seus conselhos cultivar no dia-a-dia um estilo de vida mais saudável.
Um Bem-Haja ao Prof.Dr. Manuel Carrageta

domingo, 24 de janeiro de 2010

Carnaval Porto Judeu 2008

Poema «Porto Judeu» - Luis Nunes

Olha Lá Tu ó Poeta - Fátima e Luis

Amigos do Alentejo - Não quero que vás à Monda

Cantadeiras da Alma Alentejana - Venham ver o Alentejo

Cantadeiras da Alma Alentejana .- Ceifeiras

A Arte em Toda a Experiência


Estamos vivendo em um tempo dinâmico no qual a mudança está afetando todos os níveis de vida. Todos nós estamos sendo estimulados a nos preparar para nos unir. Em cada setor da vida nós precisamos implementar mudanças significativas e duradouras. O que está acontecendo é o nascimento de um novo mundo e um novo tempo que estão vindo para implementar os processos de reforma. Isto significa libertar-se da negatividade que nos tem mantido presos a laços de terceira dimensão. Na maioria das pessoas, o desejo pela evolução pessoal é muito pequeno devido à falta de informação útil ou de compreensão de si mesmos. Nenhuma pessoa é semelhante à outra devido às diferentes experiências que vivenciou, mas, ao mesmo tempo, todos viemos da mesma fonte. Tudo o que precisamos aprender é a cooperar, trabalhar juntos e crescer a partir do compartilhar do conhecimento.Todas as pessoas do nosso planeta, sem exceção, estão aprendendo a encontrar o equilíbrio. O dogma das estruturas de crença presente em todo o mundo tem impedido o desenvolvimento natural do processo de humanização, tendo como resultado o fato de que a maioria perdeu o verdadeiro significado da sua presença neste belo planeta.Todos nós, em nível de alma, escolhemos estar aqui, neste período incrível, para participar desta era única de renovação espiritual e transformação global. Muitos, contudo, têm tido dificuldade de abraçar a Verdade Universal e preferem se manter apegados a suas crenças dogmáticas. Eles se recusam a aceitar que o que lhes foi dito está errado! Eles se confortam em saber que terão oportunidades em outros mundos tridimensionais, os quais lhes permitirão lembrar da sua divindade e igualdade com todos. Não há punição para ninguém, apenas oportunidades para evoluir.Não é fácil entender por que tantas pessoas são tão diferentes. Tudo é uma questão de ter conhecimento das necessidades de auto-realização e dos vários desafios que se encontram diante de nós e que requerem maestria. Os passos a serem dados, no intuito de compreender o nosso próprio processo de desenvolvimento, foram extirpados da humanidade e substituídos por dogmas, causando insegurança e a separação do amor, permitindo que o medo se tornasse a principal força motriz. Quando alguém está assustado, afastado do coração e do amor, não há forma dele compreender algo com o qual, conscientemente, não consegue se relacionar. Contudo, a compreensão virá quando não mais houver separação entre a mente e a alma, entre o masculino e o feminino. A alma contém em seu banco de dados o conhecimento da Unidade de todos, incluindo a ciência das leis universais. Quando esta conexão interna entre mente e alma é feita, a compreensão se faz rapidamente.Não estamos sendo forçados a escolher entre um caminho superior que conduz para o alto na direção de ações cooperativas, ou o caminho inferior que conduz para baixo para ações de competição. Entrementes, a infusão de luz está fortalecendo nossas consciências e elevando a nossa sensibilidade. E muitos estão se tornando conscientes das novas escolhas a serem feitas. Em algum momento, num futuro breve, será finalmente compreendido que, não importa o trabalho que se faça, todos serão lembrados pela forma como tratam os outros.O que também precisa ser lembrado é que tudo que tem sido considerado ruim no nosso mundo, foi necessário para que todos alcançassem o equilíbrio. Nós temos jogado o jogo do mocinho e do bandido, talvez por inúmeras vidas; tudo no intuito de atingir o verdadeiro equilíbrio. É por isso que o conselho para todos nós é não julgar ninguém. Nesta era particularmente extraordinária em que terminam as lições kármicas das três dimensões, os extremos do bem e do mal não são mais necessários, já que a intensificação da luz está reconciliando os opostos. Só existe equilíbrio na luz. Quando a mente consciente e a alma se unem e se tornam parceiros criativos, a consciência se torna desperta e todo o panorama, que só é conhecido atualmente a nível de alma, se desdobra. Cada transformação que ocorre dentro do indivíduo flui para fora de uma maneira limpa, penetrando as famílias e as comunidades nas quais eles vivem. Muitas pessoas sentem que elas devem fazer alguma coisa significativa. No entanto, devido à pobre conexão com sua alma e com sua missão-de-alma, elas se ressentem da falta de foco e se sentem impotentes no sentido de fazer a diferença. Quando nos sentirmos mais confortáveis acerca de quem nós verdadeiramente somos, compreenderemos que todos nós somos filhos da luz, capazes de fazer brilhar a luz da bondade que cura toda a ignorância. Bondade (Goodness) não é diferente de divindade (Godliness). Ajudar no processo do despertar dos outros traz equilíbrio para você e para eles. E a luz gerada por estas ações flui para fora e beneficia a todos. Nosso equilíbrio é uma contribuição sem preço para difundir o amor e o cuidado mundo afora. É este movimento de estados de consciência competitiva para estados de consciência cooperativa que gera equilíbrio em todos os níveis. A Educação deve ser alinhada a este propósito. A competição consigo mesmo para fazer o melhor deveria ser encorajada. O medo e a confusão que a maioria das pessoas vivencia, vêm do não saber o que está acontecendo. Paz e equilíbrio chegam a partir do saber o que está acontecendo. Quando a educação se torna encorajadora e apoiadora no sentido de conduzir os alunos a buscar o despertar e a compreensão espiritual do processo de desenvolvimento, nós teremos paz no nosso amado planeta em uma década. A arte em toda a experiência é amar.Venha participar do Seminário com Robert Happé - dias 4, 5 e 6 de dezembro de 2009 e programe seu reveillon no CEE. Confira clicando aqui

Capote Alentejano é um sucesso além fronteiras


Ora vejam o que nos dizem os nossos amigos do «Café Portugal»:

Ideais para combater as baixas temperaturas que se fazem sentir por cá, este agasalho, tipicamente português, é um autêntico sucesso internacional. A única fábrica nacional, situada em Elvas, exporta também para França, Inglaterra, Canadá e EUA e este Inverno já confeccionou mais de 700 peças
terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Esta é a altura ideal para os usar. Faça frio, chuva ou neve. Para se proteger das baixas temperaturas, nada melhor que o conhecido capote alentejano.Em Portugal há uma única fábrica de capotes. Situa-se em Santa Eulália, no concelho de Elvas, e é naquela freguesia alentejana que todos os verões se começam a confeccionar centenas de capotes para a época mais fria do ano. E não é só no nosso País que há procura pelo tradicional capote alentejano. França, Inglaterra, Estados Unidos da América e Canadá são apenas alguns dos países para onde esta fábrica alentejana exporta os agasalhos, tornando-se, assim, uma verdadeira marca internacional.José Alpedrinha, responsável por esta empresa alentejana que existe há 50 anos, começou a arte de trabalhar o capote aos 18 anos, aprendendo a confecção com o pai, alfaiate de profissão. Apesar de o número de encomendas já não ser o suficiente para empregar 70 trabalhadores como no passado, os sete com que conta são suficientes para fazer, em época alta, 15 a 20 capotes por dia. Só este Inverno, foram feitos mais de 700 capotes. Por isso mesmo, José Alpedrinha diz, com orgulho, que a viagem do capote já vai bem longa. Das planícies do Alentejo voou para as metrópoles de todo o mundo: «há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio».Questionado sobre a crise e se esta lhe afectou o negócio, José Alpedrinha não hesita: «o negócio vai bem e não tem sentido a crise». Adianta ainda que gostava que o capote «se conservasse selectivo». «Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade», sublinha.Em Portugal, personalidades conhecidas como os antigos Presidentes da República, Mário Soares e Jorge Sampaio, e o escritor, Nobel da Literatura, José Saramago aderiram à moda e todos eles têm um capote da fábrica de José Alpedrinha.O capote alentejano vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente era vestido por agricultores e trabalhadores rurais. O capote cinzento-escuro destinava-se aos senhores das terras (os latifundiários), os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde (uma cor recente), foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores.
Em Portugal, personalidades conhecidas como os antigos Presidentes da República, Mário Soares e Jorge Sampaio, e o escritor, Nobel da Literatura, José Saramago aderiram à moda e todos eles têm um capote da fábrica de José Alpedrinha.O capote alentejano vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente era vestido por agricultores e trabalhadores rurais. O capote cinzento-escuro destinava-se aos senhores das terras (os latifundiários), os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde (uma cor recente), foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores.