
Ora vejam o que nos dizem os nossos amigos do «Café Portugal»:
Ideais para combater as baixas temperaturas que se fazem sentir por cá, este agasalho, tipicamente português, é um autêntico sucesso internacional. A única fábrica nacional, situada em Elvas, exporta também para França, Inglaterra, Canadá e EUA e este Inverno já confeccionou mais de 700 peças
terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
Esta é a altura ideal para os usar. Faça frio, chuva ou neve. Para se proteger das baixas temperaturas, nada melhor que o conhecido capote alentejano.Em Portugal há uma única fábrica de capotes. Situa-se em Santa Eulália, no concelho de Elvas, e é naquela freguesia alentejana que todos os verões se começam a confeccionar centenas de capotes para a época mais fria do ano. E não é só no nosso País que há procura pelo tradicional capote alentejano. França, Inglaterra, Estados Unidos da América e Canadá são apenas alguns dos países para onde esta fábrica alentejana exporta os agasalhos, tornando-se, assim, uma verdadeira marca internacional.José Alpedrinha, responsável por esta empresa alentejana que existe há 50 anos, começou a arte de trabalhar o capote aos 18 anos, aprendendo a confecção com o pai, alfaiate de profissão. Apesar de o número de encomendas já não ser o suficiente para empregar 70 trabalhadores como no passado, os sete com que conta são suficientes para fazer, em época alta, 15 a 20 capotes por dia. Só este Inverno, foram feitos mais de 700 capotes. Por isso mesmo, José Alpedrinha diz, com orgulho, que a viagem do capote já vai bem longa. Das planícies do Alentejo voou para as metrópoles de todo o mundo: «há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio».Questionado sobre a crise e se esta lhe afectou o negócio, José Alpedrinha não hesita: «o negócio vai bem e não tem sentido a crise». Adianta ainda que gostava que o capote «se conservasse selectivo». «Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade», sublinha.Em Portugal, personalidades conhecidas como os antigos Presidentes da República, Mário Soares e Jorge Sampaio, e o escritor, Nobel da Literatura, José Saramago aderiram à moda e todos eles têm um capote da fábrica de José Alpedrinha.O capote alentejano vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente era vestido por agricultores e trabalhadores rurais. O capote cinzento-escuro destinava-se aos senhores das terras (os latifundiários), os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde (uma cor recente), foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores.
Em Portugal, personalidades conhecidas como os antigos Presidentes da República, Mário Soares e Jorge Sampaio, e o escritor, Nobel da Literatura, José Saramago aderiram à moda e todos eles têm um capote da fábrica de José Alpedrinha.O capote alentejano vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente era vestido por agricultores e trabalhadores rurais. O capote cinzento-escuro destinava-se aos senhores das terras (os latifundiários), os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde (uma cor recente), foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores.
Temos que ser orgulhosos do que é nosso, das nossas artes, das nossas raízes, dos nossos costumes, dos nossos saberes.
ResponderEliminarE assim irmos fazendo a divulgação destes bens que são a nossa riqueza.
Desta vez o Capote! agasalho tipicamente alentejano, que chegou de bom grado para nos proteger desses frios do Norte.
Pena é que nem todos que gostam deles, possam ter acesso a este fabuloso agasalho, mas como nos diz o texto e palavras do amigo José Alpedrinha, será bom que não se vulgarize, e se mantenha como uma peça selectiva do vestuário tradicional do nosso Alentejo.
Parabéns amigo Avó por esta divulgação numa altura bem apropriada.
Aquele abraço da amiga certa
Rosa Guerreiro Dias